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Informações Básicas no VMS

Listamos abaixo uma série de comando que podem ser usados num sistema VMS para obter informações, por vezes bastante detalhadas sobre rede, hardware em geral, memória e o sistema em si.
Uma parte destes comandos exigirá uma conta system, ou com com privilégios semelhantes. e outra forma o usuário receberá esta resposta do SO:

$ %SYSTEM-F-NOPRIV, insufficient privilege or object protection violation

Vejamos:

  • ANALYZE /SYSTEM: Descreve informações básicas sobre hardware.
  • SHOW CPU /FULL: Apresenta o modelo de CPU e outras informações relacionadas.
  • SHOW LOGICAL SYS$SYSROOT: Mostra onde o sistema inicializou e pode mostrar também configurações do Local Area VAX Cluster (LAVC).
  • SHOW SYSTEM: Mostra o número da versão do sistema operacional. O processo lista a informação sobre os serviços executando neste sistema.
  • SHOW MEMORY: Mostra a quantidade de memória do sistema.
  • SHOW NETWORK & SHOW NETWORK /FULL: Informações sobre a infraestrutura de rede.
  • SHOW CLUSTER: Informações sobre o node & cluster.
  • SHOW LICENSE: Lista o software licenciado no sistema.
  • SHOW LICENSE /UNITS ou SHOW LICENSE/CHARGE: Mostra o número específico de unidades de licença requeridos por categoria pata o tipo de sistema.
  • TYPE SYS$SYSTEM:MODPARAMS.DAT: Mostra o conteúdo do arquivo de sistema MODPARAMS.DAT.
  • PRODUCT SHOW PRODUCT: Lista o software instalado no sistema.
  • SHOW QUEUE /FULL: Lista todos os batch e print queues no sistema.
  • SHOW DEVICE /FULL: Lista todos os dispositivo físicos e lógicos no sistema.

Por exemplo, vejamos a saída de "SHOW MEMORY", com informações completas sobre a posição da memória instalada e usada do sistema:

$ SHO MEM System Memory Resources on 29-JAN-2014 22:11:01.89 Physical Memory Usage (pages): Total Free In Use Modified Main Memory (256.00MB) 32768 6820 24360 1588 Extended File Cache (Time of last reset: 11-JAN-2014 06:08:49.02) Allocated (MBytes) 31.86 Maximum size (MBytes) 128.00 Free (MBytes) 0.00 Minimum size (MBytes) 3.12 In use (MBytes) 31.86 Percentage Read I/Os 96% Read hit rate 91% Write hit rate 0% Read I/O count 8766311 Write I/O count 272644 Read hit count 8035410 Write hit count 0 Reads bypassing cache 9950 Writes bypassing cache 7212 Files cached open 480 Files cached closed 111 Vols in Full XFC mode 0 Vols in VIOC Compatible mode 9 Vols in No Caching mode 0 Vols in Perm. No Caching mode 0 Granularity Hint Regions (pages): Total Free In Use Released Execlet code region 1024 0 928 96 Execlet data region 512 0 285 227 S0S1 Executive data region 796 0 796 0 S0S1 Resident image code region 2048 0 1219 829 Slot Usage (slots): Total Free Resident Swapped Process Entry Slots 225 169 54 2 Balance Set Slots 223 169 52 2 Dynamic Memory Usage: Total Free In Use Largest Nonpaged Dynamic Memory (MB) 10.37 4.91 5.46 0.02 Bus Addressable Memory (KB) 128.00 110.87 17.12 104.00 Paged Dynamic Memory (MB) 2.74 1.43 1.30 1.42 Lock Manager Dyn Memory (MB) 2.88 1.11 1.77 Buffer Object Usage (pages): In Use Peak 32-bit System Space Windows (S0/S1) 17 18 64-bit System Space Windows (S2) 0 4 Physical pages locked by buffer objects 15 16 Memory Reservations (pages): Group Reserved In Use Type Total (0 bytes reserved) 0 0 Write Bitmap (WBM) Memory Summary Local bitmap count: 0 Local bitmap memory usage (bytes) 0.00 Master bitmap count: 0 Master bitmap memory usage (bytes) 0.00 Swap File Usage (8KB pages): Index Free Size DISK$GEIN_SYS:[SYS0.SYSEXE]SWAPFILE.SYS 1 1528 1656 Paging File Usage (8KB pages): Index Free Size DISK$GEIN_SYS:[SYS0.SYSEXE]PAGEFILE.SYS 254 340939 343744 Total committed paging file usage: 16712 Of the physical pages in use, 5675 pages are permanently allocated to OpenVMS.

Referência: http://www.migrationspecialties.com/VMS_INFO.html

 
Revisão v. 1.0
 

DECnet: como funcionava

Como funcionava uma rede DECnet nativa? Os nodes (nós) da rede eram de dois tipo: roteadores e nodes finais ("end nodes"). O roteadores mantinham bancos de dados da rede e podiam repassar o tráfego de rede que viesse dos nodes finais e que fosse para eles. Os roteadores também tinham conexões físicas com duas ou mais LANs separadas e deviam repassar a informação entre os nodes em LANs separadas. Eles igualmente podiam realizar qualquer função que um end node pudesse. Mantinham por sua vez tabelas para rotear com segurança o tráfegos entre qualquer um dos nodes, mesmo com a presença de vários roteadores na rede.
Os nós de uma rede DECnet podem comunicar entre si, mas para atingir redes fora da LAN — como era de se esperar — devem usar para tanto um router.


O roteamento da rede é baseado num cost, valor atribuído pela configuração de rede a cada passo num caminho possível entre o node de origem e o destino1. No caminho lógico entre dois nodes (também chamado de hop), o caminho com o menor cost ("lowest-cost") será a preferida e usada. Se um roteador é perdido, um novo path é escolhido usando o mesmo critério de menor cost.

Abaixo estão dois comandos que mostram o node "KANT", sua identificação "1.2", e depois com o "SYS$UPDATE:DECNET_MIGRATE" uma parte do seu caminho de rede (path) é demonstrado:

$ RUN DECNET_REGISTER

Node name: LOCAL:.KANT Phase IV synonym: KANT Address tower protocol and selector values: Session: DNA_SessionControlV2 (SC2) 00 13 Transport: DNA_NSP (NSP) (no selector value) Routing: DNA_OSInetwork (CLNS) 49::00-01:AA-00-04-00-02-04:20 (1.2) Session: DNA_SessionControlV3 (SC3) 00 13 Transport: DNA_OSItransportV1 (TP4) DE C0 Routing: DNA_OSInetwork (CLNS) 49::00-01:AA-00-04-00-02-04:21 (1.2) Number of nodes reported on: 1

$ RUN SYS$UPDATE:DECNET_MIGRATE

DECNET_MIGRATE> SHOW PATH FROM 1.2 FORMAT=FULL Obtaining local Phase IV address prefix Communication opened Node: LOCAL:.KANT Path Number 1 (path to last node is complete) First node: LOCAL:.KANT DECnet-Plus end node 49::00-01:AA-00-04-00-02-04:00 (1.2)

Referência:
DECnet-Plus for OpenVMS Introduction and User’s Guide http://h71000.www7.hp.com/doc/82final/decnetplus/int_use.pdf

  1. DECnet-Plus for OpenVMS User’s Guide: "Cost of each path between a source node and a destination node; sum of the costs assigned to the circuits that compose the path. DECnet-Plus routing forwards packets on the lowest-cost path even if that one does not have the fewest hops." []

Arquivos no OpenVMS (Introdução)

Um dos desafios para que se inicia no mundo VMS é a organização dos arquivos e diretórios no Sistema Operacional. Ela é hierárquica como qualquer SO seja do Unix ou dos cartões eletrônicos. Há alguns tutoriais na internet. E vamos fazer um resumo, um guia de sobrevivência. Antes de qualquer o usuário deve observar os discos e dispositivos presentes e disponíveis para uso:

$ SHOW DEVICES

Por exemplo1:



Device                  Device           Error    Volume         Free  Trans Mnt
 Name                   Status           Count     Label        Blocks Count Cnt
KANT$DKA0:              Mounted              0  ALPHASYS      14903808   393   1
KANT$DKA400:            Mounted wrtlck       0  2020_0509201         0     1   1

Device                  Device           Error
 Name                   Status           Count
OPA0:                   Online               0
OPA2:                   Online               0
OPA3:                   Online               0
FTA0:                   Offline              0
TTA0:                   Online               0
ASN0:                   Online               0
TNA0:                   Online               0

Device                  Device           Error
 Name                   Status           Count
LRA0:                   Online               0

Device                  Device           Error
 Name                   Status           Count
PKA0:                   Online               0
MPA0:                   Online               0
PKB0:                   Online               0
EWA0:                   Online               1
EWA2:                   Online               0
EWA3:                   Online               0
EWA4:                   Online               0
EWA5:                   Online               0
EWA6:                   Online               0
SMA0:                   Online               0
WSA0:                   Offline              0
PPP0:                   Online               0

A saída serão todos os dispositivos presentes no OpenVMS. Podemos identificar alguns deles:

  DKA0 é o HD SCSI principal: node$DKA0, seu "nome" e seu status montando, número de blocos.
  DKA400 CDROM: idem, montando "writelock".


  OPA0, operators console, o console online.
  EWA0 é a interface de rede.

Então pode-se pedir apenas aqueles dispositivos desejados, para se ter uma tela mais enxuta, — nosso caso os discos disponíveis:

$ SHOW DEVICES DKA

Como no Unix, cada disco tem no topo uma estrutura/diretório raiz. No VMS este diretório mais alto recebe a referência [000000], é o "master directory file' (MDF). A partir da raiz forma-se uma árvore de diretórios, com os arquivos e subdiretórios.


[000000]  raiz/MDF ! ! +--------------------------+---------------------------------+ ! ! ! ! ! ! [d1] [d2] [d3] ! ! ! +-----+--------+ +-----+-----+ +--------+ ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! [d3.d3a] [d3.d3b] [d1.da] [d1.db] [d1.dc] [d2.d2a] [d2.d2b] ! ! ! ! ! +--+-----------+ [d1.db.db1] [d2.d2a.d2a1] ! ! [d2.d2b.d2b1] [d2.d2b.d2b2]

Uma visão singela dos diretórios usando o ótimo VTFM (software de terceiros, não incluido no OpenVMS):

O comando "DIRECTORY" (ou DIR, o OpenVMS permite o uso encurtado de um comando ou qualificador quando não há ambiguação) listará os arquivos:

$ DIR

Directory EISNER$DRA3:[DECUSERVE_USER.MARTINI]

SAIDA.OUT;1         SELECT.C;1          SHA1.C;1            SHA1.EXE;1
SHA1_LE.C;2         SHA1_LE.EXE;1       SHA2.C;2            SHA2.DIR;1
SHA2.EXE;1          SHA2.H;1            SIGNATURE.SIG;1 

Total of 11 files.

Algumas variações importantes do comando DIR: com o qualificador "/FULL", fará uma listagem completa, com especial atenção aos privilégios/proteção de arquivos (tópico essencial no OpenVMS), e a possibilidade de pausar e destacar ("/HIGHLIGHT") a listagem, como por exemplo, quando queremos localizar o arquivo específico UNZIP.EXE:

$ DIR /PAGE=SAVE /HIGH=UNDERLINE /SEARCH=UNZIP.EXE


Directory SYS$SYSROOT:[SYSMGR]

13090521533701_SYSTEM-24E.TCPIP_KANT;1
13090521533701_SYSTEM-24E.TCPIP_KANT_text;1
13090521540473_SYSTEM-24E.TCPIP_KANT;1
13090521540473_SYSTEM-24E.TCPIP_KANT_text;1
13090521565747_SYSTEM-24E.TCPIP_KANT;1
13090521565747_SYSTEM-24E.TCPIP_KANT_text;1                 ACCOUNTNG.DAT;1
ACME$SERVER.LOG;4   ACME$SERVER.LOG;3   ACME$SERVER.LOG;2   ACME$SERVER.LOG;1
CLUE$STARTUP_KANT.LOG;5                 CLUE$STARTUP_KANT.LOG;4
CLUE$STARTUP_KANT.LOG;3                 CLUE$STARTUP_KANT.LOG;2
DECW$MAIL.DAT;1     decw$sm.log;1       dt.DIR;1            LAN$ACP.LOG;4
LAN$ACP.LOG;3       LAN$ACP.LOG;2       LAN$ACP.LOG;1       more.;1
NET$INSTALL_IDENTIFIERS.LOG;1           OPERATOR.LOG;5      OPERATOR.LOG;4
OPERATOR.LOG;3      OPERATOR.LOG;2      OPERATOR.LOG;1      ssh2.DIR;1
SYS$SMHANDLER.LOG;4 SYS$SMHANDLER.LOG;3 SYS$SMHANDLER.LOG;2 SYS$SMHANDLER.LOG;1
SYSTARTUP_VMS.COM;3 TCPIP$CONFIG_CONVERSION.FLG;1
TCPIP$FTP_SERVER.LOG;2                  TCPIP$FTP_SERVER.LOG;1
TCPIP$V51_CONVERSION.FLG;1              UNZIP.EXE;1         VMSIMAGES.DAT;1   

Total of 41 files.
----------------------------------------------------------------------------
RETURN/SPACE=More, PREV/NEXT=Scroll, INS/REM=Pan, SELECT=80/132, CTRL/Z=Quit

No exemplo "1" podemos ver como o OpenVMS concebe o path, a árvore de diretórios:

 EISNER$DRA3:[DECUSERVE_USER.MARTINI]

Isto é: o "node/hostname$o_dispositivo:[dir[b].[/b]subdir]arquivo" — note no nome do arquivo,"OPERATOR.LOG;5" ou "OPERATOR.LOG;1", uma especificidade do SO VMS. Trata-se da geração, por segurança e backup, de versões automáticas para os arquivos no disco, e para qualquer tipo de arquivos incluindo imagens executáveis (.EXE).

 

O comando "PURGE" pode ser usado para limpar os vários arquivos gerados (*.*;1, *.*;2, etc.) — NOTA: As versões geradas e ainda o número de versões a um arquivo podem ser limitadas por comando:
 
"SET FILE arquivo.ext /VERSION_LIMIT=2".

 

Por fim, a navegação nos diretórios. Combinamos SET DEF & SHOW DEF; "SET DEF" para ir ao diretório e "SHOW DEF" nos indica onde estamos, igualmente ao "pwd" Unix (veja aqui para uma tabela de equivalência entre os SOs).


$ SET DEF [SYSMGR]
$ DIR *LOGICALS*

Directory SYS$COMMON:[SYSMGR]

AMDS$LOGICALS.COM;1 DECW$LOGICALS.COM;1 KRB$LOGICALS.COM;1
NET$LOGICALS.TEMPLATE;1                 SYLOGICALS.COM;1
SYLOGICALS.TEMPLATE;1

Total of 6 files.

Por exemplo, queremos ir ao sub-dir (por isso o ".") "SSH2" em nosso diretório local: "SET DEF [.SSH2]"; e então onde estamos:

$ SHOW DEF
DISK_USER:[USERS.MARTINI]
$ SET DEF [.SSH2]
DIR *.PUB
MARTINI.PUB;1 VMS_PUB.PUB;1
Total of 2 files.

Referência:

HP OpenVMS System Manager's Manual, Volume 1: Essentials
OpenVMS Alpha Version 8.2, OpenVMS I64 Version 8.2 — January 2005.
http://h71000.www7.hp.com/doc/82final/aa-pv5mj-tk/00/00/1-con.html

 


 
Revisão v. 1.3
 

  1. Use o comando "HELP SHOW" para obter todas as opções e qualificadores... []

Comandos equivalentes Unix-OpenVMS


Comandos do OpenVMS com o seus equivalentes Unix1:
(Leia nas "Referências" abaixo as muitas variações desta listagem)



 Para...   OpenVMS   UNIX
Listar arquivos DIRECTORY ou DIRECTORY/FULL ls ou ls -l
Mostrar arquivo com pausa TYPE/PAUSE cat | more
Copiar arquivo COPY cp
Procura string em arquivo SEARCH grep
Altera proteção de arquivo SET FILE/PROT chmod
Altera dono do arquivo SET FILE/OWNER chown
Mostra diretório atual SHOW DEFAULT pwd
Muda de diretório SET DEFAULT cd
Cria diretório/subdir. CREATE/DIR mkdir
Tela de ajuda HELP man
Mostra hr/data SHOW TIME date
Mostra espaço em disco SHOW DEV df
Mostra processos2 SHOW PROC ps
Mostra as variáveis de ambiente SHOW LOGICAL printenv
Mostra recursos usados por um processo3 SHOW STATUS time
Mostra comandos usados RECALL /ALL history
Interrompe processos STOP kill
Muda password SET PASSWORD passwd
Configurar "$display"4 SET DISPLAY/CREATE set display
Lista usuários SHOW USERS who
Ecoa mensagem na tela WRITE SYS$OUTPUT echo
Mostra mensagens de outros usuários SET TERMINAL/BROADCAST mesg y
Não mostra mensagens de outros usuários SET TERMINAL/BROADCAST mesg n


Referência:
http://www.physnet.uni-hamburg.de/physnet/vms-unix-commands.html
https://www.mpp.mpg.de/~huber/vmsdoc/unix_vms_cmd_xref.html
http://unixhelp.ed.ac.uk/VMStoUNIX.html
http://www.oracletips.info/Ivmsunix.htm
http://www2.hmc.edu/www_common/VMS/os/vs_unix/unix2vms.html

 
Revisão v. 1.2
 
  1. Observação:o OpenVMS diferentemente do Unix não é case sensitive, "dir" ou "DIR" são o mesmo, além do mais ele pode encurtar ou abreviar os comandos/parâmetros/qualificadores, desde que não haja coincidências ou ambiguidade, — e se ela ocorrer o OpenVMS avisará com o seguinte aviso: "%DCL-W-ABVERB, ambiguous command verb - supply more characters". []
  2. $ SHOW PROC
    7-SEP-2013 15:28:06.49 User: SYSTEM Process ID: 00000279
    Node: KANT Process name: "_TTA0:"
    Terminal: TTA0:
    User Identifier: [SYSTEM]
    Base priority: 4
    Default file spec: SYS$SYSROOT:[SYSMGR]
    Number of Kthreads: 1
    Devices allocated: KANT$TTA0:
    Soft CPU Affinity: off
    []
  3. $ show status
    Status on 7-SEP-2013 12:23:37.94 Elapsed CPU : 0 00:00:00.15
    Buff. I/O : 336 Cur. ws. : 4096 Open files : 0
    Dir. I/O : 89 Phys. Mem. : 1648 Page Faults : 615
    []
  4. $ SET DISPLAY/CREATE/NODE=1.2.3.4/TRANS=TCPIP
    $ SHOW DISPLAY
    Device: WSA1: [super]
    Node: 1.2.3.4
    Transport: TCPIP
    Server: 0
    Screen: 0
    []
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